Blá blá blá

RTEmagicC_Gabriela_Pugliesi.jpgTodo mundo, ou quase todo mundo, está no instagram, facebook, twitter e tals e  se não estiver estará um dia, enfim. Eu estou, mas confesso que, não entendia muito bem quando pessoas ficavam comentando coisas da fulana X que bomba no insta, ou do corpo de umas, roupas das outras ou da pqp. E, confesso, tinha uma “cisminha” com uma das ícones das redes, a Gabriela Pugliesi (@gabrielapugliesi), simplesmente pq alguém me contou a famosa história do “nudes”, só isso. Aliás, certeza que critiquei ela em alguma rede, me julguem. Até que um dia, influenciada por amigas, baixei o Snapchat, que após 1 ano apenas ocupando espaço no “phone”, foi finalmente usado para me salvar da treva. Eu trabalhava em uma empresa com mulheres “estranhas”, cujo esporte  predileto era reclamar e falar mal de alguém e eu precisa me salvar, o spotify  já estava pequeno pra mim, sério. Resolvi usar o Snap, e logo descobri quem mais bombava, e lá estava ela Gabriela Pugliesi toda feliz, linda, comunicativa, às vezes brava ou chateada, mas estava lá. Então, comecei a acompanhar todos os dias, de segunda à sexta, horário comercial, a vida dela, o começo do namoro com Erasmo, o Buda, Nuti, Vanilla, a mãe, as irmãs, Jami, amigos e….. Se ela se perdesse eu saberia onde ela estava, era só me ligar (kkk…). E eu ali, sedentaria, advogada, ficava com a bunda “gorda” (não muito, kkk) sentada e esperando o tempo passar, arranjado desculpa para não almoçar com aquelas mulheres “estranhas”, pq era a hora do Lashon hara (depois explico), quando, do nada, resolvi fazer o que? MALHAR na hora do almoço. Sério????? Como assim? Ficou doente? Você odeia malhar? Faz anos que você tem academia de graça nos trabalhos e nunca usou! Sim, mas eu resolvi usar. E, então comecei a ver o quanto aquela pessoa que eu tinha uma “cisminha” me influenciou sem eu perceber. Sim, precisamos ter cuidado com o que seguimos, vemos e ouvimos e precisamos também entender que você escolhe quem segue e o que de bom você tira do que você acompanha. Eu não virei a louca da malhação e nem tenho o corpo da Pugli, mas seria bom. Pelo menos agora eu malho muito mais do que malhei em toda minha vida e feliz. Como diz um ditado antigo: “Passarinho que acompanha morcego, amanhece de cabeça para baixo”, eu prefiro acompanhar a Pugli. Eu emagreci? Sim. Eu fico feliz depois de malhar? Sim. Eu quero abraçar a Pugli “minha amiga”, terapeuta e influenciadora? Sim (quase fiz isso quando encontrei com ela em um salão de S, mas me controlei, pq ela não é obrigada). Sou muito grata mesmo, por terem me influenciado a seguir alguém que é o que é e compartilha muita coisa boa, mesmo com tanta gente, que assim como eu, um dia, diga que ela apenas é alguém que quer chamar a atenção. Pugli, te amo! Obrigada por mim e por tanta gente que você mudou o pensamento e a vida. Você é mara, sem dúvidas.

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